Actualidade |  Estratégia | Negócios |  Infra-Estrutura
Telecomunicações | SegurançaEmprego & Formação |  Especial |  PDA
 
ASSINAR PUBLICAÇÃO   |   QUEM É QUEM   |   CONTACTOS   |   EDITORIAL   |   EMAIL

QUEM É QUEM

Função
Empresa
Core-Business

SECÇÕES

Actualidade
Estratégia
Projectos
Negócios
Infra-Estrutura
Emprego & Formação
Telecomunicações
Segurança
Especial

PESQUISA


OUTRAS EDIÇÕES


JOGUE ONLINE


NEWSLETTER


 
Semana Informática > Dossier > City Desk conquista o reconhecimento
 
City Desk conquista o reconhecimento
C. M.
Semana nº 673 de 12 a 18 de Dezembro de 2003


A marca City Desk conquistou um lugar de destaque junto das pequenas e médias empresas e do consumidor doméstico, sendo uma das marcas mais vendidas em Portugal. Para além dos desktops e dos portáteis, a empresa também comercializa a sua própria linha de servidores, um facto que não é muito comum junto dos fabricantes nacionais de equipamentos de informática.

O director-geral da Solbi, Delfim Pires, refere que a diferença entre uma marca branca e uma marca nacional está no reconhecimento do mercado, porque «ter uma identidade própria e ser reconhecida como tal é um processo totalmente diferente – são necessários anos para alcançar esse reconhecimento».

Essa notoriedade cria-se à medida que se verifica uma penetração em diversos segmentos do mercado. A primeira conquista da City Desk foi o canal de revenda, onde o próprio revendedor especializado em TI começou a identificar o produto City Desk. «Estou convicto de que nos últimos quatro anos foi feito um esforço muito grande para a Solbi reforçar a notoriedade da marca City Desk, pois o tempo é o nosso maior inimigo», comenta Delfim Pires. O tempo é mesmo um dos maiores condicionalismos, pois, no entender do director da Solbi, uma marca com notoriedade pode ser criada com grandes e constantes investimentos de marketing, para habituar o consumidor-alvo a identificar aquela marca até ao ponto de esse ser um processo natural na pessoa, mas também pela qualidade que o produto transmite ao cliente, ganhando assim a sua confiança.

Se recuarmos até há quatro anos, a City Desk era um equipamento menos estruturado do que é hoje, produzido quase sempre à medida e respeitando uma série de características ao nível de I&D, mas sem ser um produto de prateleira. Até em termos de assemblagem, de como era distribuído e de como chegava até ao cliente final, o único aspecto que diferenciava a City Desk das outras marcas brancas existentes no mercado era o facto de ter I&D, de ser certificada pela Microsoft e de ter um processo de garantia. Delfim Pires aponta que, para além destes factores, a empresa começou a ter uma maior preocupação com a embalagem e com o acondicionamento do produto. «A própria embalagem de cartão e toda a comunicação que ela transmite tinha de passar a ser uma comunicação coerente e qualquer produto City Desk passou a ter a mesma embalagem com a mesma comunicação», refere o director-geral da Solbi.

Houve uma preocupação com a reciclagem das caixas e com o facto de as embalagens estarem associadas ao Ponto Verde. Depois, a Solbi investiu no acondicionamento do PC, nos guias de instalação rápida e nos certificados de garantia com o respectivo número verde para assistência ao cliente. «Todas estas evoluções tiveram de ser pensadas e implementadas, sendo o culminar de um processo evolutivo de aprendizagem», lembra Delfim Pires.

Alcançada esta meta, a Solbi virou-se para a análise e a estruturação do seu portfolio de produtos.Começou a ter alguma estrutura em termos de definição de famílias de equipamentos para diferentes segmentos de mercado. Esta segmentação é uma ajuda para todo o processo de I&D. Para tal criou-se um laboratório para a certificação do hardware e do software, e não há um só produto City Desk que vá para a fase de fabrico sem passar primeiro pela investigação e desenvolvimento de certificação. Primeiro a do hardware e depois a da certificação dos sistemas operativos. Todos os equipamentos que vão para o mercado são certificados pela Microsoft, e outra certificação é a da União Europeia, o que implica cumprir uma série de requisitos, sendo os produtos sujeitos a inspecções periódicas realizadas pela Anacom. A City Desk investe em I&D cerca de 8 por cento do volume de negócios gerado.

 
 
Envie esta página para um amigo
 
 
<<< página anterior página seguinte >>>
 
     






ASSINAR PUBLICAÇÃO   |   QUEM É QUEM   |   CONTACTOS   |   EDITORIAL   |   EMAIL
Anunciar on-line | Assinaturas | Contactos | Notícias por RSS | Promoções | Serviços Móveis Record | Serviços Móveis CM
ADSL.XL | Classificados | Emprego | Directórios | Jogos | Horóscopo | Tempo


Copyright © . Todos os direitos reservados. É expressamente proíbida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Edirevistas, S.A. , uma empresa Cofina Media - Grupo Cofina.
Consulte as condições legais de utilização.
<