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Semana Informática > Especial > Servidores
 
 
ÍNDICE:
 Análise de mercado TI
Sector cresce muito acima do PIB nacional
Portugal longe da média europeia em investimentos em TI

 Sectores em análise
Um ano de crescimento comedido
Bases de dados
Business intelligence
Contact Centers
Enterprise resource planning
Formação
Gestão documental
Infraestruturas
Integradores
Outsourcing
Networking
Segurança
Servidores
Sistemas de Informação geográfica
Armazenamento
Telecomunicações
 Opinião
Simplificar as TI para vencer no negócio

 Internacionalização
Tecnológicas aumentam capacidade de internacionalização

 Modernização Empresarial
QREN fomenta investimento nacional

 Mercado de trabalho
Recrutamento de profissionais de TI no bom caminho

 Estudo Salários/Opinião
Salários de mãos dadas com currículos
SI do really matter!

 VOXPOP
Empresários pedem redefinição de objectivos do Governo
  ESTADO DA NAÇÃO SECTORES EM ANÁLISE

Servidores
De

 
Há bons indicadores para a segunda metade do ano. Os fabricantes acreditam que a consolidação de infra-estruturas, a virtualização e o business continuity fazem parte da agenda dos decisores nacionais

O mercado de hardware representa mais de metade do valar dos investimentos em TI em Portugal, sendo que os servidores representam sensivelmente 84,3 milhões de euros.

Em 2006, venderam-se 22.860 servidores x86, segundo os dados apresentados pelos analistas da IDC Portugal, representando uma diminuição de sete por cento face a idêntico período de 2005. No entanto, os dados relativos ao primeiro trimestre de 2007 indicam uma ligeira melhoria do mercado. Trata-se de um crescimento marginal de 0,8%, totalizando 5.889 unidades comercializadas neste período.


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De acordo com as diversas sensibilidades recolhidas pelo Semana, este é um bom ano para o mercado de servidores em Portugal. Luís Guimarães, responsável de Marketing da Sun Microsystems em Portugal, comenta que «o mercado de servidores inverteu a tendência do passado ano e cresceu ligeiramente no primeiro semestre de 2007», enquanto Fernando Miranda, gestor de produto de Industry Standard Servers da HP Portugal, destaca este primeiro trimestre de 2007 como muito positivo.

Neste período em análise, Fernando Miranda destaca os «notórios  sinais de retoma nos investimentos nas TI», como se constata nas áreas de ferramentas de gestão e servidores blades, que lideram estas iniciativas. Por outro lado, o mercado Unix em Portugal registou uma queda de 5% nos primeiros três meses deste ano. No entanto, Fernando Miranda acredita estar perante «excelentes prenúncios para o que pode ser um ainda melhor segundo trimestre em 2007».

Quem não partilha o optimismo do responsável da HP é Francisco Miller Guerra, senior product marketing manager da Fujitsu Siemens Computer em Portugal, uma vez que considera que o mercado nacional de servidores «está praticamente estagnado», conforme se pode conferir pelos estudos de mercado existentes.

A directora da Systems & Technology Group, da IBM Portugal, Cristina Semião, refere, por seu lado, que nos primeiros três meses de 2007 houve uma resposta do mercado face aos desafios de uma economia com perspectivas de crescimento, pautada por «uma procura de servidores de médio e alto desempenho». Esta responsável salienta que surgiram diversos negócios na sequência de projectos iniciados ainda em 2006 que foram concluídos com a retoma das negociações em 2007, em sectores como o sector público, banca e seguros. Por outro lado, Cristina Semião refere que houve uma afluência de novos projectos, com destaque para sectores competitivos como o de distribuição e PME, «bem demonstrativos da forma como o mercado nacional está atento a determinados temas, nomeadamente, à inovação e à agenda tecnológica».

O country manager da Dell em Portugal, Luís Ló, encara o pipeline de projectos e oportunidades de negócio para o segundo semestre de 2007 como sendo «bastante interessante», quer junto das grandes contas como no segmento das pequenas e médias empresas.

Francisco Miller Guerra diz também que há todo «um conjunto de oportunidades em aberto para a segunda metade do ano», assim como Cristina Semião, que acredita que os principais investimentos no último semestre centrar-se-ão nas áreas de segurança, consolidação de servidores e na virtualização. O interlocutor da HP Portugal acrescenta ainda que «os sectores da indústria e banca mostram fortes sinais de investimento em TI; no Estado notam-se alguns focos em particular na área da saúde». Não obstante, Fernando Miranda salienta que a área de pequenas e médias empresas tem tido uma actividade e crescimento notórios.

 
 
 
 
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