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Semana Informática > Especial > QREN fomenta investimento nacional
 
 
ÍNDICE:
 Análise de mercado TI
Sector cresce muito acima do PIB nacional
Portugal longe da média europeia em investimentos em TI

 Sectores em análise
Um ano de crescimento comedido
Bases de dados
Business intelligence
Contact Centers
Enterprise resource planning
Formação
Gestão documental
Infraestruturas
Integradores
Outsourcing
Networking
Segurança
Servidores
Sistemas de Informação geográfica
Armazenamento
Telecomunicações
 Opinião
Simplificar as TI para vencer no negócio

 Internacionalização
Tecnológicas aumentam capacidade de internacionalização

 Modernização Empresarial
QREN fomenta investimento nacional

 Mercado de trabalho
Recrutamento de profissionais de TI no bom caminho

 Estudo Salários/Opinião
Salários de mãos dadas com currículos
SI do really matter!

 VOXPOP
Empresários pedem redefinição de objectivos do Governo
  ESTADO DA NAÇÃO MODERNIZAÇÃO EMPRESARIAL

QREN fomenta investimento nacional
De

 
O Quadro de Referência Estratégico Nacional é um dos vários instrumentos de financiamento colocados à disposição das empresas

Entrar no mercado para vencer será certamente a máxima de todos os que se lançam na aventura de um novo negócio ou de quem, uma vez instalado, pretende marcar a sua posição. Mas, numa sociedade globalizada, os desafios chegam de todos os lados e a pressão da concorrência, quer interna, quer externa, pode fazer mossa. Para ajudar a ultrapassar estes e outros obstáculos, criando companhias verdadeiramente dinâmicas e competitivas, o Governo português e a União Europeia colocam à disposição das empresas um conjunto de ferramentas sob a forma de financiamentos ou de apoios específicos.


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O destaque vai, desde logo, para o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), cujo acordo foi recentemente assinado entre o Governo português e a Comissão Europeia. Desenhado para um período temporal que vai de 2007 a 2013, este pacote deverá permitir um investimento de 45 mil milhões de euros na economia portuguesa, repartidos entre fundos comunitários e nacionais.

Prevê-se que o Estado e os privados invistam 23,200 milhões de euros em Portugal até 2013, período durante o qual o país deverá receber 21,500 milhões de euros de fundos comunitários.

Para a utilização destes fundos será necessário avançar agora com a aprovação de programas operacionais, que se encontram ainda em fase de negociação. O programa prevê a mobilização de recursos cuja utilização respeitará três orientações principais: reforço das dotações destinadas à qualificação de recursos humanos, dos financiamentos dirigidos à Promoção do Crescimento e da relevância financeira dos Programas Operacionais do Continente.

Financiamentos específicos
Ainda no âmbito europeu, a Comissão tem uma série de iniciativas pontuais, como o Ageing Well in the Information Society, ou financiamentos específicos para a área da investigação científica e disponibilizados através do European Research Council.

Internamente, podemos encontrar um alargado conjunto de programas de incentivo, no Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI) que gere, por exemplo, o FINICIA, cuja concretização se encontra subdividida por três eixos fundamentais. O primeiro diz respeito a projectos de forte conteúdo de inovação e integra um programa de cobertura financeira que pretende apoiar projectos com conteúdo inovador, aos quais seja atribuído o Estatuto IAPMEI Inovação.

No caso do segundo eixo, a atenção está focada em negócios emergentes de pequena escala. Pretende-se, aqui, assegurar o financiamento de pequenos projectos de investimento, financiamento por capital próprio e/ou por capital alheio. Finalmente, o terceiro eixo engloba iniciativas empresariais de interesse regional. Trata-se de endereçar as necessidades de empresas já existentes, de dimensão reduzida.

O IAPMEI coloca ainda à disposição das companhias a empreenda `07, uma feira de ideias e financiamento. Já na sua terceira edição, este evento visa dar visibilidade «a projectos de qualidade em fase de arranque e proporcionar-lhes o encontro com agentes financeiros interessados em participar no desenvolvimento e renovação da malha empresarial portuguesa».

O prazo para apresentação de candidaturas decorre até 30 de Setembro, estando a feira agendada para o dia 5 de Dezembro, no Porto.

PME na mira
Mais direccionado para o segmento das pequenas e médias empresas, o FINCRESCE tem como objectivo optimizar as condições de financiamento das companhias que tenham estratégias de crescimento e pretendam reforçar a sua base competitiva. O Programa visa incentivar estratégias empresariais alinhadas com as prioridades da política económica, «favorecendo dinâmicas de crescimento e de afirmação nos mercados, bem como o fortalecimento da estrutura empresarial através da consolidação de lideranças sectoriais», refere o IAPMEI.

Pretende-se ainda estimular a eficiência do processo de intermediação bancária e o alargamento do mercado de capitais a empresas de dimensão intermédia.

Gerido pela PME-Portugal, o programa PME XXI, deverá apoiar um total de 115 micro e pequenas empresas nacionais. Trata-se de um programa de apoio técnico, acompanhamento e formação, dirigido em exclusivo às micro e pequenas empresas sendo, por exemplo, o apoio técnico efectuado numa das áreas que o empresário considere críticas e entenda que deverá ser alvo de intervenção.

Muitos dos programas em causa repartem-se pelos orçamentos de dois dos principais Ministérios ligados ao apoio às empresas: a Economia e Inovação e a Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Integrada no primeiro, os empresários têm ainda à disposição a Inovcapital, uma sociedade de capital de risco do Ministério da Economia e da Inovação, resultado da concentração das carteiras da PME Capital e PME Investimentos numa única capital de risco. O objectivo é financiar empresas inovadoras, em especial start-ups.

 Onde encontrar mais informação sobre os programas de apoio disponíveis

– Ministério da Economia e da Inovação (Gabinete do Investidor) – www.min-economia.pt
– Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – www.min-mctes.pt
– Portal do cidadão – www.portaldocidadao.pt
- Potal da empresa - www.portaldaempresa.pt
– IAPMEI – www.iapmei.pt
– ICEP – www.icep.pt
– PME Portugal – www.pme.online.pt
– ANJE – www.anje.pt
– Programas europeus – www.qren.pt e http://ec.europa.eu/information_society/eeurope/i2010

 
 
 
 
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