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Bases de dados
De
O mercado faz um balanço bastante positivo do
primeiro semestre, confirmando-se a aposta contínua neste tipo de
tecnologia
O desenvolvimento de projectos ligados às bases de dados tem sido
fruto de uma aposta contínua por parte das companhias portuguesas.
Esta realidade leva os fornecedores nacionais a perspectivarem uma boa segunda
metade de ano, numa altura em que fecham o primeiro semestre com um claro
sinal mais.
Conforme disse ao Semana o enterprise content management sales specialist da
IBM Portugal, Luís Silva, «o balanço para o primeiro semestre
de 2007 é bastante positivo». Na realidade, «o mercado nacional
apresenta uma cada vez maior procura de soluções nesta área,
tendo havido especial interesse dos clientes e parceiros de negócio para
soluções de master data management, entity analytics, information
life cycle managment e compliance». O dinamismo do mercado levou a IBM
a lançar um conjunto de produtos com destaque para o Information Server, «uma
plataforma integrada que disponibiliza serviços de descoberta, de análise
de qualidade, de extracção, de transformação e de
integração de dados», e para o DB2 Warehouse Edition, «especificamente
desenvolvido para todos os segmentos de mercado, desde as PME à grande
empresa».
Por seu turno, o professional services manager da Sybase,
Rui Ribeiro explicou que «o primeiro semestre confirmou o crescimento na área
de implementação de sistemas de gestão de base de
dados na área Linux, nomeadamente de migrações de
UNIX». Um outro factor determinante teve a ver com a «implementação
de soluções em business intelligence, isto é, ambientes
de grande volume de dados».
Para a segunda metade do ano, Luís Silva referiu que a IBM deverá manter «a
aposta no lançamento de novos produtos e soluções,
destacando-se a nova versão de DB2». Face ao «aumento
da procura por parte do mercado de soluções nesta área»,
Luís Silva considerou «existirem excelentes perspectivas de
rápida concretização para este semestre».
Do lado da Sybase, as principais perspectivas para o segundo semestre, «já com
confirmações de clientes e parceiros», estão
principalmente nas áreas de business intelligence (data warehouses
e datamarts) e componentes móveis – para soluções
de forças de vendas e field services. Conforme disse ao Semana Rui
Ribeiro, tradicionalmente, «este segundo semestre representa um grande
crescimento de implementações dos SGBD».
O responsável da Sybase acredita que a consolidação
do mercado Linux «trará os seus dividendos para a Sybase».
O mercado nacional de base de dados representa na Sybase «uma fatia
de cerca de 50% do volume de facturação anual», revelou
Rui Ribeiro, que acrescentou: «Algo semelhante aos valores mundiais.» |