Actualidade |  Estratégia | Negócios |  Infra-Estrutura
Telecomunicações | SegurançaEmprego & Formação |  Especial |  PDA
 
ASSINAR PUBLICAÇÃO   |   QUEM É QUEM   |   CONTACTOS   |   EDITORIAL   |   EMAIL

QUEM É QUEM

Função
Empresa
Core-Business

SECÇÕES

Actualidade
Estratégia
Projectos
Negócios
Infra-Estrutura
Emprego & Formação
Telecomunicações
Segurança
Especial

PESQUISA


OUTRAS EDIÇÕES


JOGUE ONLINE


NEWSLETTER


 
Semana Informática > Especial > Enterprise Resource Planning
 
 
ÍNDICE:
 Análise de mercado TI
Sector cresce muito acima do PIB nacional
Portugal longe da média europeia em investimentos em TI

 Sectores em análise
Um ano de crescimento comedido
Bases de dados
Business intelligence
Contact Centers
Enterprise resource planning
Formação
Gestão documental
Infraestruturas
Integradores
Outsourcing
Networking
Segurança
Servidores
Sistemas de Informação geográfica
Armazenamento
Telecomunicações
 Opinião
Simplificar as TI para vencer no negócio

 Internacionalização
Tecnológicas aumentam capacidade de internacionalização

 Modernização Empresarial
QREN fomenta investimento nacional

 Mercado de trabalho
Recrutamento de profissionais de TI no bom caminho

 Estudo Salários/Opinião
Salários de mãos dadas com currículos
SI do really matter!

 VOXPOP
Empresários pedem redefinição de objectivos do Governo
  ESTADO DA NAÇÃO SECTORES EM ANÁLISE

Enterprise Resource Planning
De

 
Os principais players dizem que o mercado dá mostras de vitalidade, com as PME ainda a merecerem destaque

Apesar de se encontrarem amplamente disseminadas entre as empresas, nem por isso as ferramentas de Enterprise Resource Planning (ERP) deixam de assegurar o seu lugar de destaque no mercado nacional das TI. Segundo a IDC, o sector vale, em Portugal, qualquer coisa como 50 milhões de euros (68 milhões de dólares), com crescimentos de 7,4 por cento até 2010. 

Francisco Ramos Chaves, responsável pela área de aplicações de gestão da Microsoft, vai um pouco mais longe no valor estimado, apontando para «os 80 milhões de euros», não incluindo aqui as bases de dados. Por seu turno, Ilda Freitas, ERP business development manager da SAP Ibéria, não avançou valores concretos mas sublinhou que o mercado global nesta área «continua a surpreender pela sua vitalidade e Portugal não é excepção».


Publicidade

Para a responsável da SAP, o ERP é hoje «uma ferramenta tão comum de trabalho, que as empresas dependem dele para sobreviver». Mas, a verdade é que «a consciência por parte das companhias relativamente a este facto não é ainda total», sendo que o despertar para esta realidade «está a ser um processo gradual, cuja verdadeira dimensão é ainda desconhecida».
Face a esta realidade, Ilda Freitas referiu que «a avaliação do mercado nacional de ERP é sempre um processo inacabado e cujo valor é sempre crescente». No entanto, o grande desafio continuará a ser a capacidade de comunicar ao mercado nacional «a forma como o "velho" ERP é a resposta para os "novos" desafios de gestão das organizações», garantindo, desta forma, «que este mercado, em Portugal, continua a valorizar-se».

Jorge Saraiva, director-geral da Exact Portugal, considera que o ERP é um mercado «essencialmente de substituição, razão pela qual prevalece uma maior maturidade em todo o processo de compra».

Mercado maduro
No entanto, fruto deste «mercado mais maduro», existem novos níveis de exigência e necessidades «que vão além do tradicional ERP», disse ainda Jorge Saraiva. De acordo com o responsável da Exact, num País em que a esmagadora maioria das organizações são PME e que em virtude dos actuais paradigmas de gestão competem com organizações globais «onde perdem competitividade numa perspectiva de economias de escala»,  proliferam em Portugal «acções inovadoras e extremamente criativas de novas formas competitivas». Estes casos acabam por demonstrar «a maturidade e também uma tendência de não utilizar as TI somente para a sua área administrativa mas sim como propulsor de negócio, gerando mais-valias competitivas».

Para uma área específica dos ERP, ou seja, as soluções particularmente concebidas para as empresas com actividade de crédito especializado, Luís Dias, administrador da Vantyx Systems, apontou um valor de mercado a rondar «os 12 milhões de euros».

Este responsável adiantou que os primeiros seis meses de 2007 foram «muito positivos» – com crescimentos no trimestre na casa dos 10% –, esperando-se que o segundo semestre «consolide o crescimento verificado no primeiro». 

Em jeito de balanço e perspectivas relativamente a 2007, Jorge Saraiva explicou que «o primeiro semestre de 2007 foi uma agradável surpresa para a Exact Portugal», sendo que a companhia praticamente «dobrou o orçamento inicialmente previsto». Por seu lado, tradicionalmente, «o segundo semestre representa pouco menos de dois terços do ano». Assim sendo, e fruto de «uma primeira metade onde a Exact bateu todos os recordes, a segunda metade surge com perspectivas muito elevadas». Na realidade, dentro da Exact, a perspectiva «é que em 2007, à semelhança de 2005, Portugal vai voltar a ser o país, entre os 50 onde a Exact está presente, com maior crescimento».

PME marcam mercado
Do lado da SAP Ibéria, Ilda Freitas explicou que se assiste «a um despertar das empresas – principalmente as mais pequenas – para a importância que representa a utilização de um ERP». Face a esta realidade, o primeiro semestre de 2007 «tem decorrido de acordo com o típico comportamento de um primeiro semestre: sempre em constante aceleração até às férias», observou esta responsável. A consolidação de uma solução dirigida ao mercado das PME «está a ser, neste semestre, um contributo significativo para o sucesso da SAP trazendo eficácia na abordagem a este segmento».

Ao longo dos últimos seis meses do ano, Ilda Freitas disse esperar que «a aposta nas soluções SAP para as PME continue a dar frutos», assim como «o upgrade para a última versão ERP 6.0».
Do lado da Microsoft, o balanço faz-se através do Microsoft Dynamics NAV que, de acordo com Francisco Ramos Chaves, se afirmou «inquestionavelmente no mercado nacional, apresentando um crescimento de 43% face ao período homólogo anterior, ou seja, quatro vezes superior à taxa de crescimento do mercado».

No que diz respeito a perspectivas para o segundo período do ano, o responsável da Microsoft avançou que a companhia está «muito optimista», já que se constata «que há cada vez mais empresas portuguesas a apostar e a investir na inovação como factor diferenciador».

 
 
 
 
<<< página anterior página seguinte >>>
 
     
ASSINAR PUBLICAÇÃO   |   QUEM É QUEM   |   CONTACTOS   |   EDITORIAL   |   EMAIL
Anunciar on-line | Assinaturas | Contactos | Notícias por RSS | Promoções | Serviços Móveis Record | Serviços Móveis CM
ADSL.XL | Classificados | Emprego | Directórios | Jogos | Horóscopo | Tempo


Copyright © . Todos os direitos reservados. É expressamente proíbida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Edirevistas, S.A. , uma empresa Cofina Media - Grupo Cofina.
Consulte as condições legais de utilização.
<