Actualidade |  Estratégia | Negócios |  Infra-Estrutura
Telecomunicações | SegurançaEmprego & Formação |  Especial |  PDA
 
ASSINAR PUBLICAÇÃO   |   QUEM É QUEM   |   CONTACTOS   |   EDITORIAL   |   EMAIL

QUEM É QUEM

Função
Empresa
Core-Business

SECÇÕES

Actualidade
Estratégia
Projectos
Negócios
Infra-Estrutura
Emprego & Formação
Telecomunicações
Segurança
Especial

PESQUISA


OUTRAS EDIÇÕES


JOGUE ONLINE


NEWSLETTER


 
Semana Informática > Actualidade > IDC apela à boa gestão de riscos
 
IDC apela à boa gestão de riscos
De
Semana nº 966 de 12 a 18 de Março de 2010


 
Os planos de continuidade de negócio ganharam uma nova dimensão no actual cenário económico e tecnológico

CIO, CTO, responsáveis de Business Continuity & Security, gestores de TIC, redes e risco, auditores, analistas financeiros, de negócios e de investimento nacionais foram chamados pela IDC Portugal a participar no evento «Business Continuity, Data Recovery & Storage - Como Mitigar os Riscos de Negócio num Novo Cenário Tecnológico e Económico?», com o objectivo de analisarem em conjunto as novas tendências desta área tecnológica.


Publicidade

No evento estiveram presentes cerca de 171 decisores de organizações da Administração Pública, do sector financeiro, bem como dos mercados da energia, das telecomunicações e da saúde. Gabriel Coimbra, research & consulting director da IDC Portugal, admite que «foi muito positivo, devido à qualidade e variedade dos temas abordados». Este responsável faz um balanço positivo do evento e considera que, dada a abrangência dos temas, a mensagem foi transmitida com eficácia. «O evento contou com várias perspectivas do tema, desde a apresentação sobre as tendências de mercado, passando pelos fornecedores de serviços e tecnologias, casos de estudo, até uma apresentação do responsável pela Protecção Civil de Lisboa», atesta o especialista.

A agenda integrava nomes de peso do sector, oradores que percorreram as várias temáticas relacionadas com esta área, desde os standards à tecnologia, passando pelo crescente protagonismo da componente de negócio, que foi destacada pelo primeiro orador, Eric Domage, manager da IDC na área de Security Research and Consulting para a região da Europa Ocidental.

O conceito “do more with less” dominou a intervenção de Vitor Baptista, regional presales manager da EMC para a EMEA, que considera a dinâmica da virtualização «um desafio» para as organização, na medida em que «acrescenta complexidade e torna mais difícil o controlo físico da infra-estrutura». Da mesma forma, as novas arquitecturas de cloud computing trazem dificuldades acrescidas para proteger a informação e garantir a operacionalidade da organização. Este responsável defende uma melhor gestão de riscos e recomenda às organizações o planeamento e o conhecimento profundo (end-to-end) das infra-estruturas.

Também Rui Vila Nova, consultor sénior de Continuidade de Negócio e Processos de ITIL da HP Technology Services, alerta para uma máxima: «Não basta ter, é preciso manter.» Segundo ele, os planos de continuidade de negócio são cada vez mais um factor diferenciador nas organizações e no mercado actual, que não pode ser ignorado. «O plano de recuperação de negócio envolve pessoas, processos de negócio e componente tecnológica e é essencial haver articulação entre todas elas», defende Rui Vila Nova.

Este responsável assume que não faltam standards, metodologias e boas práticas nesta área, no entanto, as empresas devem ter em mente que cada organização tem os seus pontos particulares e que estes exercem um peso considerável na componente de gestão de risco, mais concretamente na sua definição e planeamento. «Um estudo de impacto no negócio associado a uma análise de risco permite às empresas implementar a correcta infra-estrutura tecnológica e, consequentemente, implantar um plano de recuperação de processos/pessoas e produto eficiente», assegura o técnico. Para Rui Vila Nova, a virtualização e o cloud computing também são vistos como uma novidade atractiva, mas, à semelhança do responsável da EMC, admite que tudo depende das análises de risco e do impacto de negócio. «É esta análise que vai determinar os planos de recuperação do negócio e da tecnologia», acrescenta este responsável, destacando o facto de estas novas opções implicarem uma quebra da ligação entre as aplicações e os meios físicos que as suportam.

A recomendação que fica é a de que na avaliação das soluções disponíveis, as organizações devem apurar os seus requisitos internos de negócio, respeitar políticas integradas de gestão de risco e adoptar uma abordagem holística que as afaste de soluções tecnológicas apenas dinamizadas por eventos específicos ou de abordagens tácticas que se revelam demasiadas vezes insuficientes.

Em jeito de conclusão, Rui Vila Nova deixou um aviso à navegação: «Pior do que não ter um plano de recuperação é ter um que não funcione quando é preciso.»

 
 
 
 
 
     
ASSINAR PUBLICAÇÃO   |   QUEM É QUEM   |   CONTACTOS   |   EDITORIAL   |   EMAIL
Anunciar on-line | Assinaturas | Contactos | Notícias por RSS | Promoções | Serviços Móveis Record | Serviços Móveis CM
ADSL.XL | Classificados | Emprego | Directórios | Jogos | Horóscopo | Tempo


Copyright © . Todos os direitos reservados. É expressamente proíbida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Edirevistas, S.A. , uma empresa Cofina Media - Grupo Cofina.
Consulte as condições legais de utilização.
<