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Semana Informática > Actualidade > Microsoft Office 2010 no centro da nova produtividade
 
Microsoft Office 2010 no centro da nova produtividade
De
Semana nº 986 de 29 de Julho a 5 de Agosto de 2010


 
Marcos Santos, responsável pela Unidade de Negócio de Information Worker na Microsoft Portugal
A multinacional está a acompanhar as mudanças do mercado disponibilizando novas opções de acesso às aplicações e novas formas de trabalhar com elas

A nova vaga de produtividade que a Microsoft está a promover assenta num conjunto de pressupostos relacionados com uma mudança na forma como as pessoas trabalham e interagem nos seus escritórios e postos de trabalho. Essa alteração está relacionada com a introdução de novas aplicações da Microsoft que permitem simplificar tarefas que todos os utilizadores realizam diariamente. Como? Proporcionando a melhor experiência de produtividade ao utilizador quer no PC, quer no telemóvel ou no browser. A ideia da Microsoft é estender a experiência de utilização que se tem quando se trabalha no desktop ou no portátil para o browser e o smartphone.


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Em conversa com o Semana, Marcos Santos, responsável pela Unidade de Negócio de Information Worker na Microsoft Portugal, divisão que comercializa todas as tecnologias de produtividade pessoal e empresarial, entre as quais o Microsoft Office, refere que os decisores de TI devem encarar o novo Office 2010 «não como mais uma simples evolução de um produto, mas como uma peça fulcral de uma plataforma sobre a qual gravita toda a componente de colaboração, seja ela a componente da presença, de voz, de ligação às redes sociais ou de publicação na Internet».

O Office é um dos produtos estrela da multinacional norte-americana – a par com o Windows – e esta versão 2010 mostra as profundas mudanças que estão a acontecer dentro do modelo de negócio da Microsoft. Por exemplo, além das normais funcionalidades melhoradas nesta release, surgem dois aspectos totalmente disruptivos com a nomral forma de actuar da companhia. O primeiro está relacionado com a extensão do Office para a Web, com o Office Web Applications, ou seja, uma versão do Office assente na Internet, em modelo cloud utilizando um browser. O segundo aspecto diferenciador é a disponibilização de uma versão gratuita mais orientada para o mercado de consumo do Office. Na prática é a introdução de uma versão light do Office, muito reduzida relativamente às suas funcionalidades, mas que é gratuita.

Um por todos e todos por um
A extensão da cloud para toda a gama de produtos relacionados com o Office 2010 fez com que a Microsoft passasse a vender software com um modelo de negócio relacionado com a subscrição de software. O aluguer de aplicações era um modelo que não existia no licenciamento da Microsoft e que passou a estar disponível. «As empresas passaram a ter mais opções na forma como utilizam a tecnologia para fornecer mais e melhores ferramentas de trabalho aos seus colaboradores», diz Marcos Santos.

São muitos os que questionam se o modelo cloud vingará no mercado nacional e se os nossos empresários e decisores vão aceitar esse modelo. Pois bem, só para dar alguns números, em Maio passado, cerca de 20 mil utilizadores já tinham acedido às Office Web Applications, dezenas de universidades utilizam a plataforma de serviços online Windows Live, como por exemplo a UTAD, o Instituto Piaget, as universidades Lusíada ou Lusófona e 40 organizações já utilizam as plataformas de colaboração online, onde um dos exemplos mais recentes é a Salvador Caetano.

Um dos factores diferenciadores da nova oferta da Microsoft, e que a distingue face aos concorrentes, assenta no facto de existir uma escolha para o utilizador e não uma imposição. Pode-se escolher a utilização de um modelo offline, de um modelo baseado na cloud ou um modelo híbrido.

No registo cloud há outra aplicação Microsoft fundamental para disponibilizar estas capacidades, atendendo ao facto de o SharePoint 2010 ser o motor das Office Web Aplications, o repositório onde se guardam e acedem os documentos.

De acordo com a Forrester Research, as empresas que implementem o SharePoint 2010 poderão esperar um retorno do seu investimento na ordem dos 301 por cento, para um período de retorno do investimento de 7,4 meses após a implementação. Estes dados estão patentes num estudo encomendado pela Microsoft Corporation à Forrester Research, intitulado «The Total Economic Impact Of Implementing Microsoft’s Integrated Productivity Platform», que avaliou as versões 2010 do Office, SharePoint, Exchange e Office Communications Server 2007 R2. O método Forrester TEI emprega quatro elementos fundamentais: custo, benefícios para toda a organização, flexibilidade e riscos.
 
 
 
 
 
     
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